Eu vi o Veyron, mas quase chorei com o Chiron. “ Brasil, G, 2025
Eis uma piadinha que possivelmente eu jamais conseguirei fazer novamente, pois pouco provável que eu encontre esses dois modelos juntos no futuro.
Foi um trocadilho infame da nossa língua portuguesa com os sobrenomes dos pilotos homenageados que nomeiam esses carros. Chiron é de Louis Chiron, e não tem nada a ver com o Chiron ou Quiron, o centauro da mitologia grega. O mesmo ocorre com Veyron, que refere-se ao campeão das 24 Horas de Le Mans, Pierre Veyron em 1939.
Além das máquinas de Ettore, as casas italianas estavam muito bem representadas nessa calçada, com Lamborghini e Ferrari diversas.
Os ingleses da McLaren e da RR também em grande número, mas não tanto quanto os alemães da marca Porsche, que eram “mato”.
Em grande número também eram as moças com biquínis cavadões enfeitadas ao estilo colorido oitentista, prática que anda meio sumida dos eventos automotivos brasileiros, né? As padock girls que agitavam as corridas já não aparecem mais por aí.
Para minha surpresa, os Corvette de oitava geração que em Miami brotam nas esquinas não puderam participar deste seleto encontro de carros europeus. Corvette aqui parece coisa de “pobre”.
Uma curiosidade interessante sobre essa turma, a grande maioria dos proprietários e pilotos é composta por jovens de origem latina, oriental, hindu ou afro descendente. O caucasiano padrão red neck dos USA não entrou neste clube do Bolinha.
Seria algum grito social disfarçado? Tomara que sim!