Autoworld Brussels Parte 6

13 de julho de 2019

 

 

 

Pois bem, essa é a última parte desse maravilhoso local, e eu poderia escrever por horas, tamanha a quantidade de informação.

O museu tem várias partes, demonstrando momentos específicos da indústria da mobilidade, tentarei ser o mais breve possível, dividindo as explicações em pequenos blocos, assim como o local é:

– militaria: o espaço dedicado aos veículos de guerra mantinha carros dos dois lados da segunda grande guerra juntos. Era nítida a diferença conceitual nos designs apresentados.

– designers e pilotos belgas: falando em design, achei interessantíssimo uma parte inteira do museu voltada para os designers daquele país, contando a história e formação de cada um deles. Alguns ainda em atividade. Considerando a falta de tradição na fabricação de automóveis, isso me chamou a atenção. Porém, cometeram uma gafe: atribuíram um desenho do brasileiro Raul Pires (grupo VW, Bentley), a outro designer, belga. Pode até ser que o cidadão belga estivesse à frente do brasileiro na hierarquia da empresa, porém, usar os traços de uma pessoa atribuindo não pega bem.

– carruagens: área riquíssima, com peças originais de construção de madeira, totalmente adornadas em uma espécie de celeiro!

– época de ouro americana: uma reprodução de um drive-in dos “States”, semelhante àqueles que vemos nos filmes da época, como Cristal Grafitti e outros.

– estudos de design e engenharia na eficiência energética: pouco comum para um museu, apresentando modelos de universidades e valorizando os esforços de professores e alunos dedicados à energia solar ou baixo consumo de combustíveis, como a Eco-marathon Shell, que eu tive a sorte de participar na França, em meu último ano como estudante na UEMG em 2001.

 

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